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Esta página é inteiramente dedicada aos fãs de Rent que acompanharam toda a trajetória
da peça desde a sua estreia em São Pauloaté a última apresentação no Rio de Janeiro.

 
MUJAM COMIGO!

O Fã Clube de RENT no primeiro IRContro dia 07/08/200 no Shopping Paulista
Da esquerda para a direita: Lightinhu, Vladi, Bia Ross, Mari, Biggy, QuelMel, Ric, Edu.


O que ninguém sabia...

“After the Deluge, Rent”


..Tudo começou quando Clementina, a filha do prefeito, se apaixonou por um guarda do Cardeal edescobriu que sua vida não precisava seguir aquela rotina legendária da Vila onde morava...

Ela então, tirou o padre Silvestre de sua cabeça e dedicou-se a sua nova vida. Sempre ouvindo as dicas de sua conselheira Consuelo, ela conquistou o coração do guarda e a confiança do Cardeal. Sonhava com outros lugares, outros países distantes, outras pessoas. Consuelo lhe falou de moda, de
noites, de homens. O guarda lhe mostrou fotos de grandes cidades, de diversas viagens que havia feito. O cardeal, no pouco tempo que permaneceu na Vila, lhe deu aulas de maquiagem e tornou-se seu amigo. De repente aquela Vila ficou muito pequena para Clementina, que com seus sonhos criou asas e queria voar mais alto...e mais longe.

Com a ajuda da igreja, Clementina conseguiu uma bolsa de estudos nos Estados Unidos. Matriculou-se em uma universidade católica de Nova Yorque. E depois de uma semana de festas na Vila para celebrar sua conquista, ela partiu. A longa viagem de ônibus acompanhada do guarda até a cidade, mais a solitária viagem de trem até o aeroporto deixou Clementina exausta e pensativa. Ociosa durante todo o percurso, ela imaginou como seria sua vida se ela não tivesse nascido na Vila, e estava mais do que disposta a mudar tudo radicalmente. Ao chegar no aeroporto de Nova Yorque, perdida e ligeiramente assustada, Clementina de cabeça sempre erguida logo notou a diferença social. Pessoas estranhas, roupas diferentes, multidões e barulho. Sua curiosidade não a deixava desistir, seus olhos vagavam por todo salão a procura de um sinal que não demorou aparecer.

“CLEMENTINA-BRAZIL”, era o que um senhor muito bem arrumado tinha escrito em um papel e levantado ao vê-la passando pela porta. Ele falava português com sotaque, mas os dois se  entenderam perfeitamente. Com ele, ela foi conhecer o Campus da sua Universidade, onde ela moraria
durante o período de seus estudos. Logo no primeiro dia, Clementina conheceu todos os novos alunos. Ela era uma das mais extrovertidas, ia logo se apresentando de qualquer jeito, tentando usar um pouco de inglês misturado com o sotaque francês que a Consuelo havia lhe ensinado. Foi nesse mesmo dia que ela percebeu que seu nome, Clementina era algo muito complicado para os americanos...Mesmo o apelido que propuseram: Tina, não a agradou, pois a lembrava do seu pai gritando: Clementina Cretina! Desesperadamente, foi em busca de um nome mais americanizado, desses que a gente tem que entortar a boca para pronunciar. Arrancou seu crachá riscou o Clementina...E copiou letra por letra o crachá da secretária que estava na frente da sala tentando
organizar o evento e havia se apresentado como Maureen Johnson.

Sua primeira semana no campus universitário foi tudo, menos legendário para ex-Clementina. Todos a chamavam de Maureen, inclusive seus professores. A pouca bagagem que ela havia trazido consigo, ela fez uma grande fogueira num beco da cidade. E com parte do dinheiro que seu pai havia lhe dado, ela renovou seu guarda-roupas. Não demorou muito para ela se incluir num grande circulo de amizades. Ela era amiga dos brasileiros, dos orientais, dos latinos, dos negros, dos gays, dos que freqüentavam e dos que não freqüentavam as aulas. Durante os intervalos, escrevia cartas para seus pais, contando-lhes as novidades e algumas mentiras também. Clementina, ou melhor, Maureen não freqüentava mais o grupo de leitura da bíblia, nem as missas.

A partir no terceiro mês, Maureen já conhecia bastante a grande cidade. Já era convidada para as festas fora do campus e não escrevia mais com tanta freqüência para seus pais. A cada semana que passava ela deixava de assistir cada vez mais as aulas, e passou a dormir a maioria das noites fora do campus. Mentindo e convencendo muita gente com todo seu charme e espontaneidade, não demorou muito para ela abandonar os estudos universitários, e se dedicar à roda de amigos, festas, e performances nas praças e calçadas.

Com suas performances pelas esquinas, onde ela criava mil coisas para falar, contar, cantar e encantar, ela conseguia algum trocado para sobreviver na cidade. Comprou uma moto usada para se locomover e chamar atenção. Assim, ela conheceu muita gente, porém, um cara especial, Mark, tornou-se mais do que um amigo, além de produzir as performances dela, a convidou para morar com ele em um loft no East Village. No loft moravam mais dois amigos de Mark. O prédio era invadido, eles não pagavam aluguel nem eletricidade. Os shows que Mark produzia, e maureen estrelava rendia pouco dinheiro, mas o suficiente para alguma comida, alguns investimentos para futuras produções e  muita festa. Mark era um estudioso de cinema, autodidata e dedicadamente obcecado pela profissão de cineasta. Maureen queria aparecer, era criativa e não queria perder mais nem um minuto de sua   vida.


A relação dela com Mark, foi se desmanchando a medida em que ela foi se enjoando dele, ao mesmo tempo em que ele preferiu se dedicar a um filme onde Maureen não seria a estrela. Ela expandiu mais um pouco seus horizontes e foi buscar no desconhecido, uma vida que até um certo tempo atrás lhe
parecia impossível. Maureen decidiu sair do armário, e se entregou ao amor de uma mulher, Joanne. Deixou o loft e os meninos para morar com essa advogada, que apesar de trata-la bem, era muito ciumenta. Elas discutiam o tempo todo, isso fez com que Maureen não cortasse totalmente, as relações com Mark. Joanne até tentou ajudá-la com a produção de suas performances, mas Mark fazia falta, e atendendo aos chamados de Maureen ele aparecia nos dias de performances.

..Enquanto do outro lado do mundo, e há mais de um ano sem notícias, Seu Crispim e Dna. Hortência choravam a perda de sua única filha, dada como morta pela universidade e pela igreja, nascia na cidade de Nova Yorque: Maureen “a Rainha do camarim...”

Fabi
25/07/2000


Mais uma da Fabi...
Date: Sun, 16 Jul 2000 06:21:39 GMT

Gente! Esse é legalzinho!! :-)


A arte de pensar

FHC pensa que governa
Carola Scarpa pensa que e Monica Lewinsky
Luciano Huck pensa que e Walt Disney
Tiazinha simplesmente nao pensa
Adriane Galisteu pensa que e Grace Kelly
Mauricio Matar pensa que e Fabio Jr.
Fabio Jr. Pensa que e Brad Pitt
Paulo Coelho pensa que e Mister M.
Clodovil pensa que ainda ta podendo
Sergio Naya pensa que e gente
Cacciola tambem
Marta Suplicy pensa que e Hillary Clinton
Chico Anisio pensa que faz graca
Miguel Falabella pensa que vai ser mae
Luciano Szafir pensa que e o pai
 

 

 

Padre Marcelo Rossi pensa que e MadonnaWanderley Luxemburgo pensa que é intelectual
Giselle Bundchen pode pensar o que ela quiser
Victor Fasano pensa que ninguem sabe, ninguem viu
Astrid Fontenelle pensa que e simpatica
Ronaldinho pensa que e o no. 1
Suzana Werner pensa que e a no. 2
Betty faria pensa que vai Ter 40 anos nas proximas
tres decadas
Jo Soares pensa que e unanimidade
Ciro Gomes pensa que ninguem ficou sabendo
Patricia Pilar tambem
Caetano Veloso pensa que e Deus

ACM tem certeza
Meu chefe pensa que estou trabalhando
O teu tambem...


Melô do Ensaio Fechado

Elaborada por Fabi e a a turma do Rent_Forever, na noite de 11/07/2000. Leia e cante acompanhando o MP3 do site!! - É so clicar na foto da Clementina (Alessandra Maestrini)
 

Que pena...

QUE PENA QUE
SEJA FECHADO

 

Sem cortina. Sem cortina... hmm hmm hmmmm
Sem cortina. Sem cortina... hmm hmm hmmmm

Mas porque quero ve-lo?
Se já sei
não pode ser
Que é fechado
e restrito
o teatro.

Sem cortina. Sem cortina... hmm hmm hmmmm
Sem cortina. Sem cortina... hmm hmm hmmmm

Que pena que é fechado
por ser fechado não posso ir
que pena que meu desejo,
essa vontade louca se acabe aqui.

Te assisto de noite
Te escuto de dia
Eu já sei o teu nome
Mas ao vivo não ouço a tua voz

Apesar disso não sei mais de nada
Eu não sei a que horas
Assim não saio de casa, sem saber as datas

É uma pena que seja eu
que tão empolgada estou
que esteja viciada num ensaio invisível
Ai pobre de mim!

Que pena que seja fechado
Que pena...

Se hoje eu fosse tu
deixaria a moçada assisitir
Mas se hoje eu fosse tu,
talvez eu não precisasse ir te ver
Mas sei que não sou só eu
tem muitos amigos meus
que chegam a inventar mil teatros a mais
para ver-te outra vez

Que pena que seja fechado
Que pena...

Sem cortina. Sem cortina... hmm hmm hmmmm
Sem cortina. Sem cortina... hmm hmm hmmmm


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Edu/Ric

MacWeb lança o BIGGY-DOG

 

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Mari e o Elenco
Quiz:  Onde está a Mari?

 


O Web na Broadway

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Web na Broadway (set/2000)

Rent / Netherland Theatre

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Marcelo, Ronaldo e Maureen (USA)

Marcelo, Ronaldo e Mimi (USA)